• Ensina-me a Viver

    Ensina-me a Viver

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    ANO DE PUBLICAÇÃO:
    ISBN:
    978-85-66636-69-7

    “HAROLD SCHECHTER SOU EU NO ESPELHO”

    ILANA CASOY, ESPECIALISTA EM SERIAL KILLERS NO BRASIL

    Gênero
    Não-Ficção
    Páginas
    400
    Idioma
    Português
    Formato
    14x21cm
    Peso
    280g
    Acabamento
    Capa Dura
    Corte
    Colorido

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    Especificações de Produto

    SubtítuloUma história sensível sobre viver, morrer e se encontrar
    Publicação2026
    TradutorAna Cristina Rodrigues
    AutorColin Higgins
    ISBN9786597919345
    Frase de Impacto“Os temas de alegria e redenção [de Ensina-me a viver] ressoam hoje mais do que nunca.”
    Autor FraseThe Guardian
    Título DescriçãoUm encontro improvável entre a obsessão pela morte e a paixão pela vida
    Sobre o Autor

    Colin Higgins (1941–1988) foi um influente roteirista, diretor e produtor franco-americano, figura central da "Nova Hollywood". Nascido na Nova Caledônia e criado na Austrália e nos EUA, ele se destacou por criar narrativas que desafiavam normas sociais através de um otimismo rebelde. Sua carreira, embora curta, deixou uma marca indelével no cinema mundial ao dar voz a personagens excêntricos e marginalizados.


    Formação e Carreira Internacional

    Higgins estudou na Universidade de Stanford e, posteriormente, obteve seu mestrado em Belas Artes (MFA) pela UCLA Film School. Sua carreira internacional foi marcada por um trânsito multicultural; nascido na Nova Caledônia, ele trouxe uma perspectiva global para o cinema americano. Rapidamente ascendeu de estudante de cinema a um dos roteiristas mais cobiçados de Hollywood, dirigindo sucessos que dominaram as bilheterias mundiais nos anos 1980.


    A escrita de Colin Higgins

    O estilo de Higgins é marcado pela comédia de costumes entrelaçada com temas existenciais profundos. Ele possuía a habilidade rara de transformar críticas ácidas ao sistema em entretenimento de massa. Entre suas obras mais relevantes como roteirista ou diretor, destacam-se Golpe Sujo (1978), Como Eliminar seu Chefe (1980) e A Melhor Casa Suspeita do Texas (1982).


    Educação e Legado

    Formado pela UCLA Film School, Higgins utilizou sua formação acadêmica para subverter as fórmulas tradicionais de Hollywood. Após sua morte precoce em decorrência de complicações da aids, seu legado foi perpetuado pela Colin Higgins Foundation, uma das organizações mais respeitadas no apoio a jovens LGBTQIAP+, promovendo o ativismo através do auxílio direto a comunidades vulneráveis e financiando projetos que combatem a discriminação.


    Obras publicadas pela Magnética


    Ensina-me a Viver

    Publicado originalmente como roteiro e posteriormente como romance em 1971, Ensina-me a Viver é a obra-prima de Higgins. A trama acompanha Harold, um jovem rico e mórbido, e Maude, uma mulher de 79 anos com um espírito anárquico e vital. Lançado nos cinemas no mesmo ano sob direção de Hal Ashby, o filme tornou-se o exemplo definitivo de "clássico cult". Em 1997, foi selecionado para preservação no National Film Registry dos EUA por seu valor estético e cultural incomensurável.


    Por que ler Colin Higgins?

    Ler as obras de Colin Higgins é mergulhar em uma filosofia de liberdade. Suas histórias ensinam que a vida é uma oportunidade para a autenticidade, independentemente das pressões sociais. Para quem busca roteiros com diálogos afiados e uma visão de mundo esperançosa, mas nunca ingênua, Higgins é uma referência obrigatória.


    "Eu sempre quis escrever sobre pessoas que são capazes de rir de si mesmas e das situações terríveis em que se encontram." — Colin Higgins, em entrevista ao The New York Times


    Mais sobre o autor

    Site da Fundação: colinhiggins.org

    Detalhes do Produto

    GêneroFicção
    Páginas128
    IdiomaPortuguês
    Formato14 x 21
    AcabamentoBrochura
    CorteSem Pintura
    Peso400
    Harold tem dezenove anos e uma relação excêntrica, e um tanto sombria, com a morte. Entre passeios com um carro funerário e enterros de completos desconhecidos, ele leva sua vida em preto e branco. Já Maude, florida e livre, com seus quase oitenta anos, usa todas as cores: pinta sorrisos em estátuas e rouba carros para lembrar que tudo, inclusive a existência, é transitório. Quando seus caminhos se cruzam, o que nasce é uma amizade improvável e profundamente magnética.

    Com humor ácido, lirismo e uma ternura desconcertante, Ensina-me a viver, de Colin Higgins, é o resgate de um clássico pela editora Magnética — uma história inesquecível sobre a beleza do efêmero, o valor das pequenas transgressões e o poder dos encontros improváveis. Não há quem não tenha sido tocado pelo filme, lançado em 1971, com a trilha sonora inesquecível de Cat Stevens, e as inúmeras montagens para o teatro mundo afora. Um filme que deixou lembranças e fez parte de momentos especiais entre pais e filhos, avós e netos, ao celebrar o encontro de gerações e a beleza da vida.

    Ensina-me a viver e é o deixar entrar e o sair sereno. Começo e fim na mais profunda alquimia de existir. A morte, para Harold, é uma fuga, para Maude, um lembrete de viver. A relação entre os dois revela que a morte e o tempo se entrelaçam, arrancam lágrimas e sorrisos, nos levam de carona para contemplar os campos floridos que antes não podíamos ver. O que levamos da vida são os encontros de quem um dia aprendeu a viver para ensinar.